TALVEZ VÁ
Aqueles negros cães
Que outrora desteciam a minha face
Hoje comigo brincam e rodam
Na ciranda da fênix
Aquele medo
Que se encarregava da minha alma
Hoje é o que me dá esperança
Para rir com o sofrimento
Já espero o apito
E o início do meu julgamento
Sem importar onde vou ficar
O dado é o meu alento
A aureola não foi entregue a todos
Portanto não cabe a mim decifrar
Apenas aceitei o jogo
Agora vamos ver no que vai dar
Um comentário:
Por mero engano ocasionado pelo meu painel de controle filho da puta achei que tivesse voltado a escrever aqui. Eu não devia comentar no passado alheio, contudo: Oi.
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